Descubra novos mercados onde eles mais crescem

 

Xangai: economia mais dinâmica do mundo gera oportunidades para o Brasil.

O ano de variação negativa para o PIB brasileiro pode ter o mérito de forçar todos nós a olhar para além do mercado doméstico, para locais onde há oportunidades florescentes e maior dinamismo nos negócios. Um caminho clássico para as agências de publicidade ou novas startups que buscam investimentos é aproximar-se das economias mais desenvolvidas, como as empresas dos Estados Unidos ou da Europa, onde tradicionalmente há fundos de investimentos e grandes companhias com apetite para investir em grupos brasileiros.

Contraditoriamente à curva negativa feita pelo crescimento das empresas brasileiras, estes grupos tendem a se interessar mais por investir ou contratar serviços das agências nacionais em momentos como o atual, por uma razão simples: há a percepção de que o Brasil ficou mais barato. Uma análise divulgada no primeiro semestre deste ano pela empresa de análise de mercado Verde Asset Management aponta que fatores como ao desvalorização do real e o menor aquecimento da economia interna deixou o Brasil mais barato e, portando, mais atraente.

Este cenário pode ser particularmente interessante para as empresas brasileiras que tiverem a percepção de que podem atrair investimentos ou ganhar novos contratos não nos mercados tradicionais, supercompetitivos e de baixo crescimento, mas explorando novas fronteiras, como por exemplo a ascendente economia chinesa que, a despeito das dificuldades encontradas na maior parte dos países desenvolvidos e emergentes, mantém invejáveis taxas de crescimento (em torno de 7% ao ano) e firme apetite por maior presença internacional, já que, neste processo (internacionalização) encontra-se em estágio nitidamente menos maduro que suas equivalentes na Europa ou América do Norte.

A princípio, ganhar um contrato ou um sócio chinês pode parecer mais complicado que fazer o mesmo processo com um equivalente americano. Distância geográfica e limitação idiomática são sempre elementos citados como barreiras naturais. Mas é justamente aí que reside a maior chance de sucesso: como nem todos os agentes do mercado percebem esta oportunidade, ela se torna proporcionalmente menos complexa de ser acessada.

Atuando no Brasil há menos de dois anos e já controladora de um dos maiores players nacionais de comércio online, o Peixe Urbano, o Baidu, maior empresa de internet e de buscas da China, inicia a oferta de uma plataforma de anúncios em seu sistema de busca para empresas e anunciantes brasileiros a fim de acessar o dinâmico mercado chinês. Agências e grupos que buscam falar com investidores ou clientes na China, ao invés de organizar custosas e cansativas viagens à Ásia, poderão, por meio da plataforma líder no mercado chinês, disponibilizar seus produtos e projetos por meio de palavras patrocinadas no buscador do Baidu dentro da China. Esta oferta tem potencial disruptivo nas relações comerciais entre os dois países por permitir que brasileiros prospectem novos mercados apenas por meio do uso da web, ampliando enormemente as possibilidades de colaboração entre as duas empresas, segmentando anúncios e estabelecendo contato em tempo real.

Não à toa, a China tornou-se, desde 2009, o principal parceiro comercial do Brasil. As oportunidades, como se vê, continuam a existir mesmo em tempos de dificuldade. Mas é preciso saber olhar para além do horizonte mais próximo. Quem tiver interesse em compreender como usar esta ferramenta em favor de seu negócio e de seus clientes, pode escrever para comercialbrasil@baidu.com

Felipe Zmoginski é gerente de marketing do Baidu no Brasil.

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